Quando se fala de Minas Gerais, além das atrações naturais e históricas, a gastronomia não pode ficar de fora. Um item em especial é uma das marcas registradas do Estado: o queijo. O produto é tão importante para os mineiros que, nesta quinta-feira (20), é celebrado o dia do queijo.

Aproveitando a data, a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) decidiu caracterizar Diamantina, na região Central, como produtora de Queijo Minas Artesanal (QMA). O trabalho de levantamento histórico e produtivo regional foi realizado pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG) e o processo, já em tramitação na Seapa, segue para avaliação final e publicação pelo Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA).

O precioso queijo artesanal, que já foi premiado até no exterior, é produzido em oito regiões do Estado:

  • Araxá
  • Campos das Vertentes
  • Canastra
  • Cerrado
  • Serra do Salitre
  • Serro
  • Triângulo Mineiro
  • Serras da Ibitipoca

A Seapa também reconhece outras cinco regiões, que produzem outros tipos de queijos artesanais:  Vale do Jequitinhonha, Vale do Suaçuí, Alagoa, Serra Geral (Norte de Minas) e Mantiqueira de Minas.

A estimativa da Emater-MG é de que existam 30 mil produtores mineiros de queijo, sendo 9 mil nas regiões caracterizadas.

Para produzir tanto queijo é preciso, claro, de leite. E Minas é a principal região leiteira do país. Dados do IBGE apontam que, em 2020, o Estado produziu 9,7 bilhões de litros de leite. O volume corresponde a 27% do total nacional, que é de 25,5 bilhões de litros.

(*) Com Agência Minas.

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