Minas acima de tudo

Opinião / 12/12/2014 - 07h40
Alberto Pinto Coelho - Governador do Estado  de Minas Gerais
 
O maior legado que uma gestão pode deixar são instituições sólidas, uma cultura de transparência e a administração enxuta e austera. Foi assim que conduzimos o Estado até aqui. E é assim que Minas irá seguir caminhando em direção ao futuro: cada vez mais forte, desenvolvida, moderna e justa. 
 
Avançamos em todos os indicadores e, via de regra, num ritmo mais forte e consistente que a média nacional. Acertamos as contas, reerguemos a infraestrutura e restabelecemos um ambiente de confiança com a sociedade.
Com responsabilidade e austeridade ultrapassamos os sacrifícios dos anos iniciais de ajuste. Superamos certa incompreensão das relações republicanas por parte da União, o fardo da dívida, a política macroeconômica nem sempre ajustada e a inconstância dos repasses de receitas previstas. Nada abalou nossa marcha. 
 
Hoje somos um Estado sólido, ajustado, forte no social e bem mais competitivo e estruturado. A formação escolar robusta, a melhor de todo o Brasil, acompanha o indivíduo por toda a vida, lhe abre portas, cria perspectivas e faz do mundo um canteiro de oportunidades. A grande obra do desenvolvimento humano fica para sempre.
 
Depois de décadas de esforços de vários governos, o médico está mais próximo da família, mais atento ao desenvolvimento da criança e ao cuidado do idoso. A mortalidade infantil e a expectativa de vida em Minas melhoraram bem acima do percentual nacional. O Ministério da Saúde e a ONU reconhecem nossa persistência.
A Minas Gerais dos sertões isolados, poéticos, embora irremediáveis, já não existe. A abertura de estradas entre nossas cidades, antecipada por Juscelino, foi concluída 60 anos depois por Aécio, Anastasia e também em nossa atual gestão. 
 
Fizemos o maior programa de saneamento da história de nosso Estado. A telefonia celular e a transmissão de dados chegaram a todos os municípios e, agora, também estão sendo levadas aos distritos.
 
A desigualdade social em Minas caiu num ritmo mais intenso do que o da média brasileira. A diversificação da economia e os investimentos em novas tecnologias geraram qualificação e mais de 250 mil novos postos de trabalho.
 
A grande obra do desenvolvimento é do povo mineiro. Minas mudou de patamar. O movimento rumo a um futuro mais próspero é irreversível. As condições estão postas. Os fundamentos são sólidos. A máquina pública nunca esteve tão preparada para os desafios. 
 
Reconhecer méritos e continuá-los é mais que um gesto de grandeza: é o batismo do estadista. É quando o líder se despe das rivalidades de quermesse e desperta para um senso de doação além das fronteiras de governos e partidos. Minas está acima de tudo. 
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