Assim como Bruno Fernandes, Luiz Henrique Romão, o Macarrão, condenado por participar da morte da amante do ex-goleiro, pode responder o processo em liberdade. A defesa de Macarrão entrou com um pedido de extensão de benefício, no Supremo Tribunal Federal (STF), na noite da última segunda-feira (6), pedindo que o réu seja solto.

O processo de Macarrão e do ex-atleta é o mesmo. Para que o cúmplice possa responder em liberdade, é preciso que o ministro do STF Marco Aurélio de Mello analise o pedido e decida estender o benefício concedido a Bruno também para o réu. 

Segundo a assessoria de comunicação do STF, não há previsão para análise do processo. Ele foi adicionado ao habeas corpus de Bruno às 20h30 de ontem. Macarrão foi sentenciado a 15 anos e já cumpre pena por homicídio qualificado em regime semiaberto na penitenciária Doutor Pio Canedo, em Pará de Minas. 

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