O presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), Marcelo Souza e Silva, criticou a ampliação das medidas de restrição do funcionamento de estabelecimentos comerciais em Belo Horizonte nesta sexta (12). O prefeito Alexandre Kalil anunciou nesta sexta (12), entre outras medidas, o impedimento de que bares e restaurantes funcionem de portas abertas – entregando encomendas no local – e a realização de cultos religiosos.

Em um vídeo divulgado nas redes sociais, Marcelo Souza e Silva disse que as medidas divulgadas por Kalil mostram que “a prefeitura não tem competência para fiscalizar e impedir a realização de festas clandestinas e aglomerações no transporte público”. “Nós já sabemos, desde o ano passado, que os principais problemas são as festas clandestinas e as aglomerações. O que o Kalil disse hoje, mostra que fechar o comércio não é a solução para conter o avanço da doença”, enfatiza o presidente da CDL/BH.

O presidente da CDL/BH também disse que a decisão da PBH deixa a situação dos comerciantes da capital ainda mais crítica. “Lamentavelmente, a Prefeitura impõe mais sacrifícios ao comércio mesmo reconhecendo que esse fechamento não está aumentando o índice de isolamento social na cidade”, afirma Marcelo Souza e Silva.