Com o reajuste  de 13%, o preço médio das tarifas, que variam conforme a linha, passa de R$ 5,85 para R$ 6,60, de acordo com a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Mobilidade (Seinfra). 

O índice é menor do que os 53,36% pedido pelas empresas, afirma Fernando Marcato, secretário de Estado de Infraestrutura e Mobilidade, e considera a inflação para o período e o valor de atualização do óleo diesel. “O reajuste anual está previsto em contrato e não significa aumento da tarifa pelo Governo de Minas, mas a recomposição da perda inflacionária", declara o secretário. 

A secretaria justificou o reajuste para garantir a operacionalização do sistema. Marcato diz ainda que a medida pode “evitar que empresas fiquem sem condições de ofertar as linhas, cumprindo o quadro de horários definidos no contrato". 

Novo quadro de horários

A partir de terça-feira (1), todas as 606 linhas do transporte metropolitano voltarão a operar com o mesmo quadro de horários do período pré-pandemia.

Segundo a Seinfra, 2.557 veículos circulam diariamente pela Grande BH. Atualmente, os coletivos realizam uma média mensal de 450 mil viagens.

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