O prazo determinado pelo governo de Minas para recebimento de propostas no leilão de concessão do Mineirinho terminou sem empresas interessadas em administrar o ginásio. O lance mínimo era de R$ 13 milhões e deveria ser feito entre às 9h e às 12h desta segunda-feira (24).

Em entrevista coletiva nesta segunda, a secretária substituta de Infraestrutura e Mobilidade, Vanice Cardoso Ferreira, associou a ausência de propostas aos impactos da pandemia na área de eventos. E não deu detalhes sobre o futuro do ginásio. Segundo Vanice, a pasta vai voltar a se reunir com possíveis interessados para determinar as próximas etapas na administração do Mineirinho.

“Acho que é fundamental refazer algumas conversas com as empresas de mercado que operam, até para entender o que aconteceu, se foi, de fato, a questão da pandemia pra gente tomar essa decisão, se retoma o projeto ou se pensa em outra alternativa para o Mineirinho”. A secretária substituta disse ainda que também a a conversa sobre o futuro do Mineirinho deve incluir a Advocacia Geral do Estado (AGE) e o secretário Fernando Marcato.

O período previsto para concessão do Mineirinho era de 35 anos e a expectativa de custo para as manutenções ao longo da administração ultrapassavam os R$ 132 milhões.

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