Sete a cada dez novos casos de Covid-19 em Minas são da variante brasileira, originária de Manaus. A informação foi confirmada nesta terça-feira (15) pelo secretário de Estado de Saúde, Fábio Baccheretti.

Segundo o chefe da pasta estadual, entretanto, o índice varia entre as regiões do Estado. “Percebemos que a região Leste não tem uma predominância tão grande dessa variante. O Jequitinhonha também não”, afirmou. 

De acordo com o secretário, a alta de infecções pelo coronavírus registrada em março e abril é uma consequência da circulação da P1, que é mais infectante. Conforme orientação da Organização Mundial de Saúde (OMS), a mutação amazonense passou a ser chamada de Gama. 

Delta

Outra cepa que preocupa o governo de Minas é a Delta, com origem na Índia. Um morador de Juiz de Fora, na Zona da Mata, foi identificado com a cepa após retornar do país asiático, em maio. No entanto, não há indícios de circulação da mutação indiana no território mineiro. 

“O único paciente positivo já foi acompanhado, não infecta mais, e seus contatos todos foram reconhecidos e testados. Não há nenhum conhecimento da cepa indiana sendo transmitida em Minas”, finalizou.

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