A jornalista Nilza Murari, de 55 anos, morreu nesta sexta-feira (23) por complicações da Covid-19. Ela estava internada para o tratamento contra a doença no Hospital Mater Dei, em Belo Horizonte, mas o estado de saúde se agravou durante a semana. Em março, Nilza já tinha perdido o pai, Jairo Murari, de 80, para a enfermidade causada pelo novo coronavírus.

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Nilza Murari não ressistiu às complicações da Covid-19 e morreu nesta sexta-feira (23)

Mineira de Rio Piracicaba, há mais de duas décadas Nilza trabalhava na assessoria de comunicação do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait). Antes, atuou na Câmara Municipal da capital mineira e foi diretora do Sindicato dos Jornalistas.

A morte de Nilza Murari gerou comoção nas redes sociais. "A nossa querida amiga fez a sua passagem. Mais uma vítima da Covid. Meu coração está partido e sinto a dor de imaginar que não nos encontraremos mais para falarmos dos nossos sonhos  tomando um vinho", escreveu a também jornalista Débora Junqueira.

"Hoje a Nilza Murari virou estrela. A ficha tá custando a cair. Triste demais pensar que não vamos mais encontrar esse sorrizão nas manifestações e nas festas. Parecia que daqui a pouco a gente ia sair dessa pandemia e encontrar as pessoas que a gente gosta. O pesadelo não acaba e o coração fica mais triste hoje", postou a fotógrafa Cecília Pederzoli.

O Sinait postou uma homenagem à funcionária em seu site institucional. "É uma perda difícil, que vamos lamentar profundamente por muito tempo. Seremos gratos eternamente pela convivência com uma pessoa tão especial. Aos familiares, nossos sentimentos e profundo respeito", destacou a entidade.

O Sindicato dos Jornalista de Minas Gerais também lamentou a morte de Nilza. "A Diretoria do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais lamenta a perda da jornalista Nilza Murari para a Covid-19 e se solidariza com a família pela irreparável perda".

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