Por conta do longo período de internação causado por complicações do coronavírus, muita gente ainda precisa de acompanhamento médico mesmo após a alta hospitalar. Unidades de saúde públicas e privadas de Belo Horizonte podem receber esses pacientes e auxiliar na recuperação pós-Covid.

Segundo a prefeitura, em casos mais leves, a pessoa deve procurar os centros de saúde da capital mineira para realizar novos exames. Já aqueles que demandam um tratamento específico, como a recuperação dos movimentos de membros inferiores ou superiores, são encaminhados pelos hospitais aos Centros Especializados em Reabilitação (Creabs). Nessas unidades, há um suporte de assistente social, enfermeiro, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, médico, nutricionista, psicólogo e terapeuta ocupacional.

No caso dos pacientes mais debilitados, que deixam as unidades de saúde ainda dependentes de um mecanismo para auxiliar na respiração ou um catéter de alimentação, o tratamento é feito em casa, pelo Sistema de Atenção Domiciliar (SAD), conforme prescrição médica. 

Há também os hospitais de transição. No entanto, essas instituições não são de “porta aberta” e demandam um encaminhamento do plano de saúde ou dos hospitais para que o tratamento continue. É o caso do Paulo de Tarso, no bairro São Francisco, na Pampulha. Por lá, os doentes contam com 123 vagas para internação, além de um centro de reabilitação avançado, usado na reabilitação das sequelas da Covid.

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