A produção de séries e documentários sobre o universo das lutas vem crescendo no Brasil. Para Eduardo Galetti, vice-presidente de produção do UFC, o sucesso dos conteúdos produzidos no País é fruto de um projeto a longo prazo.

"Temos algumas partes de desenvolvimento de conteúdo no mundo. No Brasil existe um projeto longo, há praticamente seis anos, no desenvolvimento de conteúdo original nacional para o público brasileiro", conta.

A perspectiva do UFC é continuar investindo o mesmo valor em 2019 e produzir ao menos quatro novas séries. "Não muda nada o nosso projeto para o ano que vem. Teremos uma média de quatro séries por ano, com cerca de cinco a seis episódios por série", explica Galetti. "A ideia é que a gente consiga suprir o canal Combate com algo inédito toda semana durante um ano inteiro", completa.

Além da audiência e atração do público brasileiro para os projetos nacionais, o Brasil ainda fica na liderança quando o assunto é competir com outros países. "Em termos de produção de conteúdo a do Brasil é maior do que lá fora. Isso se deve ao projeto. Os documentários lá fora estão muito conectados com os negócios de televisão, então eles cumprem contratos, regras. No Brasil isso não acontece, aqui é um projeto que envolve todos os departamentos", afirma Galetti.

As últimas séries e documentários feitos no Brasil foram "Nascidos para o Combate", "Viver para Lutar", "Laboratório da Luta", e a mais recente, "Mulheres na Luta", que mostra o processo de introdução das mulheres no MMA e, consequentemente, no UFC.

Outra superprodução do Ultimate, porém em âmbito mundial, é o lançamento do "25 Years in Short", uma série de 25 documentários em curta-metragem que relata cada ano de existência da organização, que completa 25 anos em novembro. O conteúdo acaba de ser lançado e novos filmes serão disponibilizados pelo site do UFC, YouTube e Combate até o mês do aniversário do UFC.