O líder do governo Zema na Assembleia de Minas, deputado Gustavo Valadares (DEM), divulgou nota no início da noite desta quarta-feira (16), poucos após aprovação, em plenário, de uma CPI para investigar supostas irregularidades na Cemig. O parlamentar minimizou as denúncias nas quais se baseou o deputado Professor Cleiton, autor do requerimento da CPI, para a petição, assinada por outros 26 parlamentares, e disse que não há qualquer "apreensão" do Executivo e da direção da companhia em relação às investigações.

"Foi lido hoje (16/06), em Plenário, com assinatura de 27 dos 77 deputados, pedido de investigação referente à gestão da Cemig. De acordo com o próprio requerimento, o pedido de abertura da CPI está embasado em 'notícias veiculadas' e também em 'investigações preliminares'", afimrou Valadares. "Garanto que não há um milímetro de apreensão sobre a referida CPI, seja da parte dos dirigentes da Cemig – empresa de economia mista, com ações na bolsa do Brasil e do mundo, e sujeita aos mais diversos órgãos reguladores – ou por parte deste governo, que tem a transparência e a seriedade na conduta como dois dos seus mais fortes pilares", acrescentou. 

Ao garantir que o Estado deverá prestar todas as informações requeridas pela CPI, o parlamentar lembrou ainda que, entre janeiro de 2019 e dezembro de 2020, "mesmo com todas as importantes e necessárias limitações físicas de uma pandemia", a ALMG registrou mais de 112 presenças de autoridades do Executivo; seja nas Comissões, visitas e no "Assembleia Fiscaliza", lançado em março de 2019, "bem como dos dirigentes das entidades da administração indireta, como a Cemig."

"Este é um governo que nunca, repito, nunca se recusou a prestar informações e esclarecimentos à sociedade e ao Parlamento Mineiro. Mais uma vez, não será diferente", assegurou.

Leia também:

Assembleia aprova CPI para investigar possíveis 'prejuízos bilionários' na gestão da Cemig