Na reta final da campanha para governador de Minas Gerais, Antonio Anatasia (PSDB) caiu dois pontos percentuais e tem 33% das intenções de votos, conforme apontou pesquisa Ibope divulgada ontem. Na contramão, Fernando Pimentel (PT) subiu um ponto e fechou em 22%. 

A pesquisa foi realizada de 29 de setembro a 1º de outubro com 2.002 pessoas de 115 municípios. O nível de confiança é de 95% e a margem de erro é de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.

Jair Bolsonaro (PSL) cresceu quatro pontos percentuais e atingiu 32% da intenção de votos, conforme pesquisa DataFolha. Fernando Haddad (PT) manteve os 21%, seguido por Ciro Gomes (11%).Em um segundo turno entre Bolsonaro e Haddad, o militar ficaria com 44% das intenções de votos e o petista 42%

Romeu Zema (Novo) cresceu e saiu de 8% para 10%, se firmando na terceira posição. Em quarto lugar, Adalclever Lopes (MDB) foi de 3% para 4%, seguido por João Batista Mares Guia, que mantém os 2% registrados no levantamento anterior. Alexandre Flach (PCO), Claudiney Dulim (Avante) Jordano Metalúrgico (PSTU) e Dirlene Marques (PSol) têm 1% cada. Brancos e nulos caíram de 17% para 16% e indecisos de 10% para 9%.

Segundo turno
Em um possível segundo turno entre Anastasia e Pimentel, o tucano levaria a melhor com 16 pontos percentuais de diferença, com 43% contra 27%. Brancos e nulos representariam 21% e Indecisos 8%.

Rejeição
O Ibope também mediu a taxa de rejeição dos candidatos. [/TEXTO]Fernando Pimentel tem o maior índice, com 37%. Dos eleitores entrevistados, 25% disseram que não votam em Anastasia. A rejeição de Zema é de 12%, de Mares Guia , Dulim, Dirlene, Jordano Metalúrgico e Adalclever 9%cada um; Alexandre Flach tem 10%.

Senado
Dilma Rousseff (PT) continua liderando a disputa ao Senado, agora com 29%, três pontos percentuais acima do registrado na última pesquisa. [Carlos Viana (PHS) saltou de 15% para 17% e passou Rodrigo Pacheco (DEM), que tinha 14% e agora tem 15%. Dinis Pinheiro (Solidariedade) caiu de 15% para 14%.

Governo Pimentel
O Ibope avaliou o governo de Pimentel. Dos entrevistados, 62% classificaram como ruim ou péssimo, 31% como regular, 17% ótimo ou bom e 5% não sabem avaliar.