Em tempos de mercado de trabalho cada vez mais enxuto por conta da crise que se arrasta no Brasil há três anos, dominar outro idioma pode fazer a diferença entre uma vaga de emprego ou a sonhada promoção. Mesmo assim, pesquisa do British Council mostra que apenas 5% dos brasileiros falam inglês. 

A consequência é que boa parte dos profissionais está perdendo oportunidades como maior empregabilidade, salário melhor e participação em seleções para cargos mais altos. Conforme levantamento da Catho, ter uma segunda língua pode representar um contracheque até 61% maior em relação a quem só fala português. 

Para comprovar a fluência no idioma e o “peso” do diploma, nada melhor do que uma certificação internacional. 

“Em momentos de crise, o cliente não pode errar. Imagine alguém investir em um curso e depois do prazo prometido não estar fluente?”, alerta o CEO da rede de escolas de idiomas inFlux English School, Ricardo Leal. 

Mas não é só dentro do Brasil que a falta de conhecimento de outra língua atrapalha. Quando se imagina uma viagem para outro país, meses antes do embarque entram no planejamento as passagens, a hospedagem e o roteiro, por exemplo.

Conforme o CEO, se não dominar outro idioma, ao chegar ao destino o turista brasileiro não conseguirá aproveitar ao máximo a experiência por não saber se comunicar em restaurantes e no hotel ou pedir informações.

SEM ERRO 

Para escolher a escola de inglês, segundo Leal, o aluno deve levar em consideração pelo menos três fatores. 

Primeiro, o método de ensino. Muitas escolas utilizam metodologias tradicionais e demoradas que, mesmo após anos de estudo, não dão ao aluno segurança para falar. É importante procurar um método em que se tenha aulas teóricas e comunicativas ao mesmo tempo, para que o aprendizado seja eficaz.

Depois, deve-se prestar atenção à duração do curso e à relação com o investimento. Algumas escolas têm mensalidades baixas, mas fixam de 5 a 6 anos para a conclusão dos estudos, enquanto outras podem apresentar uma duração menor, mas não garantir o curso completo. O equilíbrio é o “pulo do gato”, diz Leal. 

Por isso, o ideal é analisar o investimento total, certificando-se do tempo e dos valores necessários para concluir o curso, do básico ao avançado.

Por fim, o estudante precisa ter certeza da aprendizagem ao fim dos módulos. Por isso, deve procurar uma escola que ofereça garantia contratual de que o aluno alcançará o nível avançado.

Dentro desse item, é importante verificar se a instituição oferece um teste de proficiência e certificação internacional que comprove o nível alcançado no idioma, como o TOEIC, aplicado pela inFlux.

Esses testes são fundamentais para quem quer estudar, seja para tentar uma bolsa ou para cursos de pós-graduação pagos. Os exames são importantes também para quem busca uma vaga de trabalho qualificado fora do país.

Serviço: inFlux Escola de Idiomas
Unidades no Buritis, Castelo, Cidade Jardim, Coração Eucarístico, Palmares, Sagrada Família e Sion
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