A cientista americana Cecilia Westbrook criou iogurte com secreções da sua própria vagina. O caso veio a tona quando Janet Jay, que se identificou como amiga de Cecilia, escreveu um artigo no site "Vice" relatando a experiência.

De acordo com a publicação, o produto intrigante e inusitado teve acréscimo de blueberries e, segundo Janet, ficou com "azedo e com aroma especial, deixando um leve formigamento na língua", similar ao iogurte indiano.

Janet contou que a cientista sempre pensou em usar bactérias e organismos encontrados na vagina para fazer iogurte que fosse saudável.

No texto, Cecília lembra que a criação não é motivo de piada. "Westbrook não produziu o iogurte para alimentar piadas. E ela certamente não o fez porque estava com fome", escreveu Janet. 

Um cientista Larry Forney, especialista em microbiologia, foi consultado pelo "Huffington Post", disse que a bactéria mais comum, entre centenas de tipos, na vagina é o lactobacilo, usado na fabricação de alimentos fermentados, como queijos e iogurtes. Entretanto, alertou que comer bactéria vaginal é, geralmente, má ideia.