Nesta sexta-feira (9), o BDMG apresentou sua nova linha de crédito voltada para o estímulo à economia da cultura e do conhecimento: o Minas Criativa. O evento de lançamento em Belo Horizonte contou com a presença do Secretário de Cultura de Minas Gerais, Angelo Oswaldo, e do presidente do BDMG, Marco Crocco. Além dos MCs Kadu dos Anjos e Roger Deff, e do Dj Flávio Machado.

Com o objetivo de atender às demandas de empresas de economia criativa, a linha de capital de giro apresenta condições especiais para as micro e pequenas empresas (que faturam até R$ 30 milhões por ano) que atuam no cenário mineiro gerando cultura e conhecimento nas áreas de audiovisual, música, teatro, livros, jogos digitais, design, moda, gastronomia, dentre outras.

Para Angelo Oswaldo, “a iniciativa do BDMG amplia e fortalece o programa de fomento à cultura estabelecido pelo Governo do Estado. Os diversos editais lançados pela Secretaria constituem um apoio decisivo ao setor, mas o financiamento robustece esse estímulo por reconhecer que o campo da cultura tem energia suficiente para buscar esse tipo de respaldo comum às diversas cadeias produtivas. O BDMG comprova, assim, a maturidade do empreendedorismo cultural em Minas Gerais”.

kadu dos anjos

Minas Criativa

O novo produto foi desenvolvido levando-se em consideração as características e necessidades do setor cultural, complementando outras modalidades de incentivo e investimento. “O Minas Criativa vai facilitar o acesso a capital de giro, permitir que os artistas e empreendedores do setor mantenham-se atualizados e com condições de aprimorar seus produtos. Fazer a roda da cultura girar. Além disso, o prazo de carência respeita a dinâmica criativa e o processo simplificado, totalmente online com direito a simulações, dispensa intermediários”, explica João Paulo Cunha, presidente do BDMG Cultural.  

A linha Minas Criativa é diferenciada, pois possui – além de um acesso simplificado (solicitação online) –, taxas a partir de 1,74% ao mês, um limite de financiamento de R$ 100 mil por cliente, prazo de até 48 meses para quitação e, principalmente, carência de até seis meses para começar a pagar.

Todas essas condições foram cuidadosamente avaliadas pelo Banco por meio de reuniões com empresários do setor e análise de pesquisas de mercado para compreender o segmento e suas necessidades, pois o arco da produção cultural é diferente de outras áreas mercadológicas.