Representantes de instituições jurídicas apoiaram nesta quinta-feira (11) a decisão do presidente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), Pedro Bitencourt, de manter o teatro Klauss Vianna no prédio pertencente ao TJMG, na avenida Afonso Pena, 4001, em Belo Horizonte.


O parecer de Bittencourt de suspender a demolição do teatro terá que ser aprovado, em agosto próximo, pelos 120 desembargadores que compõem o Pleno do Tribunal de Justiça.


Para o presidente da Associação dos Magistrados Mineiros (Amagis), desembargador Herbert Carneiro, os desembargadores devem referendar a decisão do procurador-geral de Justiça. “Confio em sua liderança e capacidade de gestão, assim como no compromisso com a cultura e o interesse público de todo o Pleno do Tribunal, em favor de um importante espaço cultural para a cidade e o Estado”, disse.


O presidente da Academia Mineira de Letras Jurídicas, Aristoteles Atheniense, afirmou que a instituição também é favorável à permanência do teatro no prédio do TJMG.


“Não vejo nenhuma incompatibilidade entre o funcionamento da Corte e a realização de atividades culturais naquele local. Já vi, inclusive, situações semelhantes em outros países”, destacou.