A reunião entre o prefeito Alexandre Kalil (PSD) e representantes do setor de bares e restaurantes de Belo Horizonte, que estava marcada para às 16h desta segunda-feira (19), foi remarcada para esta terça (20), no mesmo horário.

A categoria vai pedir ao prefeito mudanças no protocolo de funcionamento dos estabelecimentos, que atualmente, podem ficar abertos das 11h às 22h, com venda e consumo de bebidas alcoólicas. Para o delivery, não há restrição de horário. 

A  Associação Brasileira de Bares e Restaurantes em Minas Gerais (Abrasel-MG) e o Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de BH e Região Metropolitana (Sindhorb) querem a retirada da restrição de horário para o funcionamento do setor, mas a manutenção dos protocolos de segurança contra a Covid-19.

“Isso ainda está tirando em torno de 20% a 30% do faturamento do setor. O pessoal gosta de sair é mais tarde e o faturamento principal de bares e restaurantes é depois das 22h porque o pessoal chega às 21h. Se ele vai embora às 22h, deixa de consumir”, explicou Matheus Daniel, presidente da Abrasel-MG.

Desde 3 de julho, eventos, teatros, museus, cinema foram autorizados na capital mineira. A liberação ocorreu após a redução dos indicadores da Covid-19, que ganhou força com vacinação.

Já a partir do dia 1º de agosto, feiras e congressos também serão liberados, com limite de 600 pessoas por evento. Caso haja demanda de evento maior, será analisado tecnicamente. Nos eventos com público superior, o licenciamento deve ser solicitado por email.

Flexibilização

Belo Horizonte já fez três grandes flexibilizações desde 8 de maio, quando os serviços essenciais, como supermercados, foram autorizados a reabrir aos domingos.

Depois disso, no início de junho, bares tiveram horário ampliado e as aulas do ensino fundamental foram liberadas. E, no dia 19, as aulas presenciais foram ampliadas ainda mais.

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