O prefeito Alexandre Kalil (PSD) vai se reunir na tarde desta quinta-feira (15) com os vereadores de Belo Horizonte para apresentar aos parlamentares os detalhes de um Projeto de Lei para a criação de um auxílio emergencial na capital mineira, que pode chegar a R$ 600.

A informação foi confirmada pelo líder de governo Léo Burguês (PSL), que, durante plenária na Câmara Municipal nesta quarta-feira (14), convocou os parlamentares para o encontro, que ocorrerá às 16h30 na sede do Executivo.

Em nota, a PBH informou apenas que "um projeto está em elaboração e será apresentado ao Legislativo e à imprensa assim que finalizado".

O benefício vai se chamar ‘Auxílio Belo Horizonte’ e foi criado pelos secretários municipais de Assistência Social, Segurança Alimentar e Cidadania, Maíra Colares, e de Planejamento, Orçamento e Gestão, André Reis. 

O auxílio deve ser pago a pessoas em vulnerabilidade - inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) ou a famílias mapeadas pelo serviço de assistência social da prefeitura - por um prazo de até seis meses. 

Em maio do ano passado foi apresentado à Câmara Municipal, o Projeto de Lei 955/20, que autorizava a prefeitura a complementar a renda mínima emergencial de R$ 600 a R$ 1,2 mil destinada a grupos vulneráveis para reduzir os efeitos socioeconômicos no enfrentamento da pandemia da Covid-19 no município.

Os autores da proposição, Arnaldo Godoy (PT), Bella Gonçalves (Psol), Cida Falabella (Psol) Edmar Branco (PSB), Gilson Reis (PCdoB) e Pedro Patrus (PT), defendiam que o auxílio do Governo Federal não era suficiente para atender às necessidades básicas da população. Mas a proposta não chegou nem mesmo a passar pelas comissões da Casa.

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