Aos poucos, o Mercado Central de Belo Horizonte tenta retomar as atividades. Nesta segunda-feira (18), mais lojas, desta vez, unidades de comércio não essencial, foram autorizadas pela prefeitura da capital a funcionar no espaço. De acordo com o superintendente de compras do Mercado Central, Luiz Carlos Braga, cerca de 320 dos 400 estabelecimentos pudera abrir neste momento. Antes, com as medidas de isolamento estabelecidas em 20 de março pela Prefeitura de Belo Horizonte, somente cerca de 110 lojas, consideradas de serviços essenciais, tinham autorização para funcionar.

Foram incluídas na permissão de abertura desta segunda-feira lojas de panela, de pano de prato e artesanato. O horário de funcionamento durante essa fase de reabertura é de segunda-feira a sábado de 8h às 17h (era de 7h às 18h). Aos domingos, os estabelecimentos ficam fechados.

Apenas salões de beleza, bares e restaurante permanecerão fechados por não se enquadrar nas diretrizes de serviços essenciais estabelecidas pelo decreto da administração municipal. “A prefeitura autorizou a funcionar como se fosse um grande supermercado, com as mesmas restrições e cuidados para não ter aglomerações”, disse Braga. 

Visitantes fizeram fila nesta segunda-feira para entrar no Mercado Central

No momento, a entrada é restrita a 370 clientes simultâneos – todos adentrando o mercado com um cartão magnético para controle de fluxo de pessoas. Para facilitar o monitoramento, apenas quatro das nove portarias estão abertas. 

O uso de máscara e de álcool em gel é exigido por seguranças na porta do centro comercial. A Guarda Municipal também ajudarno controle do número de pessoas.  “Dando certo, há uma expectativa muito boa para a reabertura do comércio em Belo Horizonte no dia 25. O Mercado Central é como se fosse um pontapé inicial para este processo. É fazer a coisa funcionar com disciplina”, destacou Braga. 

A Prefeitura de Belo Horizonte informou que o critério adotado para autorizar a reabertura gradual do Mercado Central é o estabelecido no decreto 17.304/2020, que determina os estabelecimentos autorizados a funcionar. Clique aqui e veja o que pode abrir na capital mineira.