A Uber anunciou que motoristas parceiros ou entregadores (pelo serviço Uber Eats) que forem diagnosticados ou expostos ao coronavírus terão suas contas suspensas temporariamente. Entretanto, a empresa irá fornecer auxílio financeiro a estes profissionais pelo período de 14 dias, durante a quarentena. Passageiros que forem identificados com os sintomas também podem ter as contas suspensas temporariamente. 

A medida, segundo a empresa, está sendo adotada em todo o mundo. "Qualquer motorista ou entregador parceiro diagnosticado com o COVID‑19 ou que tiver quarentena solicitada por uma autoridade de saúde pública receberá assistência financeira durante até 14 dias enquanto sua conta estiver suspensa", diz o comunicado. 

Outras operadoras de aplicativos de mobilidade também tem adotado medidas diante do avanço da doença no mundo. A 99 informou que a responsável pela empresa, a global DiDi Chuxing, criou um fundo especial de US$ 10 milhões para apoiar os motoristas e entregadores parceiros que forem diagnosticados com o coronavírus. Além disso, a operadora disponibilizou em seu site uma página com orientações para os motoristas e passageiros sobre o que fazer, quais os sintomas e onde buscar ajuda.

Já a Cabify informou que criou "um comitê de trabalho específico para garantir o monitoramento adequado do coronavírus e ativar os protocolos internos recomendados, sempre tomando como referência as recomendações das administrações públicas dos países que atua, autoridades de saúde e organizações de referência (OMS)". 

Leia mais

Memes descumprem a quarentena: confira os posts mais engraçados e desesperadores sobre o isolamento
Como conversar com crianças sobre o coronavírus
Do Carnaval à 'guerra': combate à Covid-19 faz PBH adotar medidas duras, que podem impactar economia