A ossada do músico Vinicius Maia Carvalho, desaparecido desde 11 de janeiro deste ano, só deve ser liberada pelo Instituto Médico-Legal (IML) na próxima segunda-feira (27). Segundo o órgão, a medida é necessária para a realização de procedimentos administrativos internos.
 
Os restos mortais de Mainha, como era conhecido, foram localizados dia 27 de julho no Ribeirão Mombaça, em Rio Casca, na Zona da Mata mineira, próximo ao local onde ele foi visto pela última vez. A ossada deu entrada no IML no dia 31 do mesmo mês, mas apenas na última sexta-feira (24) saiu o resultado do exame de DNA que comprovou que os restos mortais eram mesmo do músico. 
Mainha era integrante do "Trio Curimã" e da banda "Nem Secos" e foi visto pela última vez no dia 31 de janeiro deste ano. Segundo familiares, ele retornava de uma viagem ao litoral capixaba, quando bateu no muro de uma ponte sobre o Rio Doce, na BR-262. Neste momento, Mainha desceu o carro, pulou no rio e nadou até a margem oposta, entrando em uma mata. 
 
Desde então Vinícius Maia nunca mais foi visto e familiares e amigos iniciaram uma forte mobilização para encontrá-lo. Além de divulgar fotos do músico pelas cidades vizinhas e nas redes sociais, os parentes realizaram várias varreaduras pela região onde ele foi visto pela última vez.