O jogador da Seleção Brasileira quer trocar de time. Mas o clube com quem ele tem contrato não demonstra interesse em abrir mão do futebol do camisa 9. Neste caso, o preço da “mercadoria” sobe.

Esse é o atual contexto envolvendo Diego Tardelli e o Atlético. O clube mineiro bateu o pé e só vende o atacante por 10 milhões de euros (cerca de R$ 32 milhões).

Tardelli está seduzido pelas cifras milionárias do futebol chinês. O presidente alvinegro, Daniel Nepomuceno, recusou uma proposta de R$ 19 milhões.

Os interessados são o Guangzhou Evergrande e o Shandong Luneng. O primeiro é o maior time da China e o outro é treinado por Cuca.

R$ 13,3 milhões por ano de salário do jogador é quanto o interessado em Tardelli estaria disposto a pagar. Tudo para sacramentar um futuro tranquilo para DT9 e seus descendentes.

No Atlético, os vencimentos do atleta são superiores a R$ 300 mil por mês. Hoje, o Guangzhou está mais forte na briga. Até por ter dispensado dois jogadores estrangeiros do elenco (Gilardino e Diamanti, atacantes italianos, estão de partida).

“O Atlético recebeu uma primeira proposta, que não agradou o presidente (Daniel Nepomuceno). Não chegou mais nada de oficial. Estamos só aguardando. Se chegar, sentamos com o presidente e conversamos”, disse Beto Fedato, representante de Giuliano Bertolucci, empresário de Tardelli.

FUTURO NA SELEÇÃO

O ídolo da Massa fez comentários sobre a proposta recheada que vem lhe perseguindo nesta transição de temporadas. Ele afirma que o mercado chinês atraiu até sua esposa e pode até não ser um complicador no seu futuro com Dunga na Seleção Brasileira.

“Venho conversando com minha esposa, ela se interessou em ir para o mercado chinês, trabalhar na área dela”, disse o jogador de 29 anos, revelando conversas com a CBF sobre mudar-se para um país com futebol em desenvolvimento.