“Ganhamos um domingo de paz, mas já teremos uma segunda-feira de trabalho (...) Será uma terça de história dura”. Foi dessa forma que o técnico Cuca ressaltou o “efeito” da vitória sobre o Corinthians, no sábado (17). Sem muito tempo para comemorar, o treinador volta o foco para o confronto com o Boca Juniors, pelas oitavas de final da Copa Libertadores.

“Me sinto muito bem, estou fazendo o que posso pelo clube. Sei o quanto é valorosa a real torcida do Atlético e é a ela que a gente sempre faz tudo o que pode”, afirmou o comandante alvinegro.

Embora não tenha poupado tantos jogadores contra o Timão – Savarino e Nacho ficaram em Belo Horizonte, e Tchê Tchê atuou durante o segundo tempo –, Cuca acredita que tomou a decisão certa de mandar a campo uma equipe de maioria titular, mesmo ciente de possíveis desgastes.

Na realidade, foi feita uma análise com a fisiologia e a preparação física, chegando à conclusão de que não havia motivo suficiente para utilizar um time reserva. E destacou que o Brasileirão tem a mesma prioridade que a Libertadores.

“A gente descansou no dia seguinte da viagem (de volta da Argentina). Avaliamos os jogadores. Não tinha necessidade de tirar um atleta num campeonato importantíssimo e que não ganhamos há 50 anos. Claro que poupei Savarino, não tínhamos o Nacho, o Keno e o Réver e perdemos o Vargas. Fomos felizes na escolha e vencemos. Não podemos abrir mão do campeonato”, disse.

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