Quando a pequena Emilly Christina tinha apenas 1 ano e 3 meses, o amor pelo Atlético começou a nascer, mesmo que, naquele momento, para ela não fizesse tanto sentido. Acordada pelos fogos de artifício, hino do clube e gritaria nas janelas de Governador Valadares, no dia em que o alvinegro conquistou o inédito título da Libertadores, ela seguiu o caminho do pai e, atualmente, mesmo morando nos Estados Unidos há três anos, não perde uma partida sequer.

Completando 8 anos neste domingo (26), Emilly tem um grande exemplo de idolatria em casa. O pai, Reinaldo Garcia, recebeu este nome em homenagem a Reinaldo Lima, o Rei. Atuando como carpinteiro em Massachussetts, ele tem a filha como grande informante sobre as novidades do alvinegro.

"Como trabalho e não consigo acompanhar algumas partidas, tenho a minha filha como fonte para saber dos resultados. Pensa numa atleticana "chata". Ela até briga se alguém fala mal do Galo", conta Reinaldo ao Hoje em Dia.

"Como todos que estão aqui (nos Estados Unidos), viemmos por necessidade, infelizmente. Mas hoje passamos todos por esta crise (pandemia do coronavírus), que, brevemente, Deus há de nos abençoar", acrescenta.

Como o momento é de contenção de despesas e de isolamento, o pai lamenta por não conseguir organizar uma festa de aniversário para a baixinha. Contudo, como presente, pede para que Victor ou Tardelli, goleiro e atacante do Atlético, enviem um vídeo de felicitações a ela. Seria uma "surpresa mágica e um sonho realizado", segundo ele. 

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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