O governo de Minas anunciou, nesta quinta-feira (28), o nome de Sérgio Gusmão para presidir o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG). O executivo vem de uma vasta experiência no mercado financeiro, tendo presidido instituições dentro e fora do Brasil. Sua nomeação, entretanto, depende da homologação do Banco Central, trâmite que pode demorar até 60 dias.

O currículo de Gusmão foi um dos responsáveis pela escolha de seu nome para o cargo, segundo informou o executivo estadual. O governo afirmou que ele passou pelos mesmos critérios estritamente técnicos adotados em outras seleções de dirigentes, que são avaliação de currículos e processo de seleção. "Sérgio Gusmão possui mestrado em Direito, pela Harvard Law School, nos Estados Unidos; mestrado nas áreas de Comércio Internacional, Economia e Ciências Políticas, pelo Instituto de Estudos Políticos de Paris, na França; e é bacharel em Direito pela Universidade de São Paulo", informou o governo em nota à imprensa.

Além da formação, o executivo estadual destacou a experiência profissional de Gusmão, que foi "diretor-geral do Novo Banco de Desenvolvimento (New Development Bank) de Xangai, na China; vice-presidente da Continental Grain Company - Arlon Capital Partners, grupo de investimentos com sede nos Estados Unidos; atuação na área de Política Comercial da Embaixada do Brasil em Washington; foi superintendente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); chefe da Assessoria Internacional da Presidência da República; e supervisor de Relações Internacionais e Comércio Exterior da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), entre outras funções. 

Até a homologação do nome de Gusmão para o cargo, o BDMG continua sendo presidido por Marco Aurélio Crocco.