O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), esteve em Belo Horizonte nesta sexta-feira (5) onde cumpriu agenda de reuniões com o governador Romeu Zema (Novo), o prefeito Alexandre Kalil (PSD) e o presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, Agostinho Patrus (PV).

Zema e Pacheco se encontram na Cidade Administrativa, sede do governo de Minas, para tratar de temas de interesse do Estado. “Defendo que o país faça as reformas tão necessárias e já vimos o presidente do Senado se manifestar nesse sentido. Portanto, trabalharemos juntos em prol de projetos que beneficiem Minas Gerais e o Brasil. É uma grande oportunidade para Minas e não podemos deixar passar”, afirmou Zema. 

Na avaliação de Rodrigo Pacheco, este é o momento ideal para projetar e discutir pautas históricas para Minas e também as reformas nacionais. “Discutimos a pauta do país e, que obviamente, interessa a Minas Gerais, como a reforma tributária, a reforma administrativa, propostas de emendas à Constituição que tratarão de rediscutir o pacto federativo e o ajuste fiscal. É importante ter unidade de esforços para realizarmos as necessidades do Estado, como o Rodoanel, o Anel Rodoviário, o metrô, o Tribunal Regional Federal, as barragens do Norte de Minas, a duplicação da BR-381, obras que estamos esperando há tantos anos”, completou o presidente do Senado. 

De acordo com assessores, na reunião com o prefeito Alexandre Kalil foram tratados assuntos de interesse da capital mineira, como a ampliação do Metrô e o Rodoanel metropolitano. Os políticos também conversaram sobre o cenário político nacional e estadual, além de tratarem sobre reformas administrativa e tributária que estão na pauta no Congresso. 

Na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), O presidente Agostinho Patrus apresentou a Pacheco o Recomeça Minas, programa da assembleia centrado em dois focos: estímulo à quitação das dívidas, com redução de juros e multas; e criação de incentivos fiscais, reduzindo a tributação sobre os setores econômicos mais impactados. A estimativa de acúmulo de dívidas pelas empresas de 2020 a 2021 é de R$ 14,9 bilhões.

Na entrevista concedida à imprensa, o senador disse que a sua eleição foi fruto de um trabalho coletivo, que envolveu toda a classe política mineira, e de agremiações de um amplo espectro ideológico. “Represento a unidade de Minas Gerais, o que mostra a maturidade política do Estado”, ressaltou.