Oficialmente, ainda estamos no inverno. A primavera só inicia no dia 22. Mas o sol já está castigando a cabeça dos belo-horizontinos. Acrescente a isso o clima seco, sem chuva há mais de 100 dias na capital, e tem-se um cenário de quase desespero por um pouco de umidade e refresco.

E quando o frio dá lugar ao calor, o belo-horizontino já tem uma saída clássica: “fugir” para a Serra do Cipó. É o Parque Nacional mais próximo da capital.

Belas cachoeiras

O ponto forte do turismo no Cipó são as cachoeiras mesmo. E como o clima está pedindo, quase implorando por água e frescor, já pode ir providenciando a reserva em sua pousada favorita para um feriadão ou final de semana de sol, calor, sombra e água fresca.

Neste feriadão da Independência, a maior parte das pousadas já está lotada. Mas com alguma sorte, você ainda pode encontrar lugar. Se não der, as opções restantes são acampar (e, ainda assim, convém se apressar, pois também há limite de espaço) ou simplesmente ir e voltar no mesmo dia.

Mas a Serra do Cipó é mais frequentada ainda fora dos limites do parque – e talvez por isso seja também a parte mais agredida da região, com mais sujeira do que no parque.

Mas independentemente da falta de educação de alguns frequentadores, a Serra do Cipó é um destino consagrado e que vale à pena visitar.

As cachoeiras mais famosas são a do Véu da Noiva (no camping da ACM); o Cânion da Bandeirinha (Desfiladeiro), a 12 quilômetros da sede; a Cachoeira Grande, perto do distrito de Serra do Cipó; e a cachoeira do Sobrado (da Farofa), a oito quilômetros. São lugares de fácil acesso.