Dependendo de onde você estiver em Florianópolis, não se tem a impressão de que está em uma capital. A cidade é bastante espalhada, não apenas pela ilha, como também no continente. Os bairros por vezes são tão isolados que podem ser descritos como pequenas cidades-satélites, com vida própria.

O número de habitantes – cerca de 406 mil moradores, segundo o último censo oficial – engana os desavisados: Floripa não é uma cidade pequena. Para se ter uma ideia, você pode levar até uma hora para ir do Aeroporto Hercílio Luz, que fica próximo à parte central da ilha, mas na metade sul, até a Praia de Canasvieiras, na ponta norte.

Floripa tem 43 praias, espalhadas pela ilha e pelo continente. Somente na ilha, os guias turísticos – como o Guia Quatro Rodas Brasil – listam até 30 praias. Tem para todo gosto, em praticamente qualquer lugar da ilha.
Ao norte, ficam as de maior infraestrutura turística, como Daniela, Jurerê, Praia do Forte, Canasvieiras, Ponta das Canas e Lagoinha.

Todas são de águas calmas e mornas, ideais para famílias com crianças, mas também para a prática de esportes náuticos.

As vizinhas praias Brava, Ingleses e Santinho têm águas mais agitadas, mas atraem grande número de veranistas.

No verão
Durante a temporada de verão, de dezembro a fevereiro, é na Costa Norte que se concentra o maior número de turistas estrangeiros, como argentinos e uruguaios.

Na Costa Leste, encontram-se as praias de Moçambique, Barra da Lagoa, Galheta, Mole e Joaquina. Voltadas para o mar aberto, apresentam as melhores ondas para o surfe.

O naturismo é praticado na praia da Galheta. É turismo oficial, portanto é imprescindível respeitar as regras rigorosas que a administração impõe.

Gente bonita e sarada de todas as partes fazem da praia Mole o maior “point” da badalação jovem do sul do país.