O resultado do exame realizado pela Fundação Ezequiel Dias no sangue da enfermeira, que morreu em Ibirité, na região metropolitana de Belo Horizonte, apontou contaminação por bactéria meningocócica, que causa a meningite, descartando assim outras doenças como a febre maculosa e a dengue. 

A enfermeira, de 30 anos, que trabalhava em um posto da região do Barreiro, em Belo Horizonte, morreu no último dia 17 de outubro, após ser atendida no Hospital de Ibirité, cidade onde morava. No dia anterior, ela procurou atendimento com sintomas de febre alta e dores no corpo, alegando ainda que tinha sido picada por um inseto. De acordo com os médicos, o quadro de saúde se agravou rapidamente e, em menos de 24 horas, ela morreu.

A assessoria de comunicação da unidade hospitalar informou que, como já havia suspeita de meningite, doença contagiosa, os parentes e pessoas que tiveram contato com a paciente foram medicados preventivamente. 

A enfermeira era funcionária da Prefeitura de Belo Horizonte. Por meio de nota, a Secretaria de Saúde de BH informou que a Vigilância Epidemiológica da Secretaria recebeu a notificação de óbito e que já tomou as providências para identificar pessoas que tiveram contato com a enfermeira. 

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