Da avenida Constitución até o Paseo Colón há uma espécie de quadrilátero taurino. Suas bodegas também servem o cherry favorito de marujos e bailarinas de flamenco. No El Arenal há atrações históricas como a Torre Del Oro, uma atalaia do século XIII onde fica o Museo Naval, as Reales Atarazanas e o museu de arte sacra do Hospital de La Caridad.


A Calle Bétis, no bairro de Triana, abriga os bares e bodegas prediletos da classe média local, intercalados com palacetes. Para chegar lá é preciso atravessar o Guadalquivir, rio considerado pelos sevilhanos como um verdadeiro patrimônio.


O Centro Andaluz de Arte Contemporáneo (CAAC) fica na Cartuja de Santa Maria de Las Cuevas.


Outra opção para o visitante que gosta de agito, as alamedas de San Vicente e La Macarena abrigam a vida noturna de Sevilha. Mas uma visita matinal ao Parque Maria Luísa revela surpresas para gosta de paisagismo e botânica. Dentro dele fica a Plaza de España, sede do Museo Arqueológico Provincial e do Pabellón Mudejár.


A apenas nove quilômetros de Sevilha fica Itálica, antiga cidade romana, fundada em 206 a. C. e que foi berço de pelo menos um de seus imperadores: Trajano – é possível que Adriano, seu sucessor, também tenha nascido lá. Apenas para se ter uma ideia da importância de Itálica, seu anfiteatro acomodava 25 mil pessoas.